sábado, 14 de setembro de 2013

Ex terrorista parte 1

"Você colocaria em seu governo uma pessoa que fez parte de um grupo terrorista , que diz que lutava contra a ditadura mas é a favor da ditadura colombiana e cubana que juntas mataram milhões de pessoas em menos de 20 anos ?"( Lobão ) se não , lembre-se você colocou a Dilma no poder . O coronel reformado Carlos Alberto Brilhante Ustra disse, em depoimento à Comissão Nacional da Verdade, que se não fosse a atuação dos militares, o comunismo existiria hoje no Brasil. — Estávamos lutando pela democracia e estávamos lutando contra o comunismo. Se não fosse a nossa luta, se não tivéssemos lutado, eu não estaria aqui porque eu já teria ido para o paredón. Os senhores teriam um regime comunista, um regime como o de Fidel Castro. O Brasil teria virado um "Cubão" [em referência a Cuba]. Ustra também se referiu à atuação da presidenta Dilma Rousseff, durante a ditadura militar. — Ela integrou quatro grupos terroristas [que tinham como objetivo final] a implantação de uma ditadura do proletariado, o comunismo. Derrubar os militares e implantar o comunismo. Isso consta de todas as organizações. Cadáveres eram expostos como "troféus" no DOI-Codi , revela ex-agente da ditadura Leia mais notícias de Brasil O coronel comandou o DOI-Codi-SP (Destacamento de Operações de Informações do Centro de Operações de Defesa Interna do 2º Exército em São Paulo), órgão de repressão da ditadura militar, entre 1970 e 1974. Durante a ditadura, a presidente Dilma integrou as organizações clandestinas Polop (Política Operária), Colina (Comando de Libertação Nacional) e VAR-Palmares (Vanguarda Armada Revolucionária Palmares), dedicadas a combater a ditadura militar. Condenada por "subversão", ela passou três anos presa no Presídio Tiradentes, em São Paulo, entre 1970 e 1972. O coronel compareceu hoje à Comissão da Verdade e, apesar de decisão judicial que lhe garantia o direito de não se pronunciar durante o depoimento, Ustra falou aos membros da comissão e negou também que tenha cometido assassinato, tortura e sequestro. O ex-comandante afirmou ainda que nenhuma tortura foi cometida dentro das instalações do órgão de repressão do governo militar. Antes do início do depoimento, Ustra fez um pronunciamento em que reiterou que as ações de repressão foram respostas aos atos das “organizações terroristas que queriam implantar o comunismo no Brasil”. Ustra citou ações praticadas pelos grupos de esquerda contra o regime militar. — Quando fui transferido para São Paulo no início dos anos 70, os terroristas já haviam assaltado mais de 300 bancos e carros-fortes. Tinham encaminhado mais de 300 militantes para a China para treinar a guerrilha, já haviam atacado quartéis, roubado armas e sequestrado três diplomatas. Em face disso foi criado o DOI-Codi. Eramos homens prontos para o combate, cumprindo ordens.

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Segunda Guerra Mundial - Os Judeus Comentando a História - 02

Sobre os Judeus na Segunda Guerra Mundial. No inicio da Segunda Guerra, os Judeus não tinham uma Nação e estavam espalhados por todo mundo, inclusive por toda a Europa. Na medida que os Alemães dominavam uma Nação, os soldados da SS tinham a imcumbência de prender as pessoas importadas e todos os Judeus desta Nação. Depois eram deportados aos Campos de Concentração que estavam na Polônia, entre eles o de Trebinca ou de Auschivit.Como o nosso assunto é sobre os Judeus, pretendo dizer-lhes que os soldados da SS executavam pessoas civis e militares das Nações subjulgadas pelos Alemães. Hitler assumiu o poder em 1933, a Segunda Guerra Mundial começou em 01-09-1939 e nos primeiros 6 anos, Hitler entedeu que o poder Financeiro da Alemanha estava nas mãos dos Judeus.Himmeler, o homem de confiança de Hitler, foi o maior responsável pelo extermínio dos Judeus. Eles eram perseguidos e mortos assim que Hitler assumiu o poder. Muitos judeus ainda que nascidos na Alemanha era perseguidos e mortos, por conta disso muitos abandoram o seu país.O famoso cientista Albert Einstein também era um Judeu Alemão, que foi para o Estados Unidos naquela época.Os Judeus eram mandados para com o Campo de Concentração com toda a família, inclusive as crianças. Morreram por falta de alimentação e outros meios que não tenho coragem de cita-los. A maioria era convidada a tomar um seus banhos coletivos. Ao invés de sair água, saia um gás mortifero. Calcula-se que cerca de 6 milhões de Judeus foram mortos durante a Segunda Guerra. Minha Opinião: É inconcebível que tenha ocorrido o Holocausto dos Judeus. O proximo assunto será A operação Barbarosa (Invasão da Rússia).

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Comentando a Historia - 01 a Linha Maginot

Estaremos iniciando comentarios sobre alguns episódios da Segunda Guerra Mundial. Eu tenho lido muito sobre a História Geral. Os assuntos sobre a Segunda Guerra Mundial estará baseado na Coleção de Livros da Ascenção e Queda do Terceiro Reich de William L. Shirer. .................................................................................................................................................... Hoje falaremos sobre a Linha Maginot. A Linha Maginot era um sistema de defesa da fronteira da França que ia desde a Bélgica à Suiça, na região de fronteira com a Alemanha. Após a Primeira Guerra Mundial a França entedeu que as Guerras ocorriam sempre através de Trincheiras (naquela época). Mas vindo a Segunda Guerra Mundial, este sistema de defesa não impediu a invasão da Alemanha, que causou a rendição da França.As tropas Alemãs invadiu a França por cima da Linha Maginot através de aviões. Os equipamentos mais pesados passaram pela Bélgica. Minha Opinião: Seja qual for o projeto será preciso analisar todas as possibilidades. O próximo assunto será sobre os Judeus na Segunda Guerra Mundial.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Nada de heroismo

Independência do Brasil Há muito heroísmo em torno da independência do Brasil. Tudo isso não passa de epopéia positivista. D. Pedro I nunca foi herói e não há nada de bonitinho em nossa história. Entendamos o porquê disso. A Independência do Brasil significou que o Brasil deixou de ser uma colônia portuguesa, tornando um Estado Nacional. O dia oficial da independência foi 07/09/1822, mas essa independência foi um processo que ocorreu na estrutura da sociedade e se deu pelos interesses dos latifundiários, da burguesia inglesa e da classe média. Napoleão Bonaparte O regente de Portugal era o príncipe D. João. Napoleão Bonaparte da França tinha decretado o Bloqueio Continental, proibindo as nações européias de comerciar com a Inglaterra. Mas D. João continuou tendo relações comerciais com os ingleses. Por isso, Napoleão invadiu Portugal. Assim, a família real e 15mil nobres portugueses fugiram para o Brasil, apoiados pela esquadra inglesa em 1808. Esse apoio inglês teria algo em troca. Por isso D. João decretou a ABERTURA DOS PORTOS AS NAÇÕES AMIGAS, autorizando a Inglaterra a comerciar com o Brasil. – Era a queda do Pacto Colonial. Aqui começa o processo de independência política, pois já havia sido iniciado na economia. Tratados de 1810 D. João assinou com a Inglaterra os TRATADOS DE 1810, acertando que, os produtos importados ingleses teriam uma taxa alfandegária de 15%. Outros países pagariam 24% e importações de Portugal 16%. Inglaterra passava a ter mais vantagens que Portugal. D. João permitiu manufaturas no Brasil, mas elas não cresceram devido à concorrência com produtos ingleses. Reino Unido Em 1815 Napoleão estava derrotado, mas D. João não voltou para Portugal e ainda decretou que a colônia passava a ser REINO UNIDO A PORTUGAL E ALGARVES. A capital do novo reino não era o Porto nem Lisboa e sim o Rio de Janeiro. O Brasil deixava de ser uma colônia oficialmente e passava a ser uma quase metrópole e Portugal era praticamente ajustada a condição de colônia. Revolução Pernambucana (1817) O nordeste pagava altos impostos e o comércio estava nas mãos de comerciantes portugueses, mal vistos pelos brasileiros. A maçonaria divulgava idéias liberais e revolucionárias de forma subversiva. Diante das idéias revolucionárias, o governador ordenou prisões, mas um capitão reagiu e matou seu comandante. Por isso, um coronel foi enviado para prendê-lo, mas soldados não aceitaram essa prisão e executaram o coronel. As ruas foram tomadas pela multidão e os comerciantes portugueses tiveram que fugir. Por 10 semanas Pernambuco foi um país independente do Brasil. Inclusive trocaram o pão e o vinho português por mandioca e cachaça. D. João VI, já como rei, enviou tropas a Pernambuco e derrotou os rebeldes. Muitos foram enforcados e chicoteados em praça pública. Revolução Liberal do Porto (1820) Revolução do Porto eclodiu em Portugal. A burguesia estava no poder e não aceitaram a liberdade econômica do Brasil. Queriam também a volta do rei D. João VI ou separariam do Brasil. Os portugueses queriam que o Brasil voltasse a ser uma colônia de exploração. Para não perder o posto de rei, D. João VI voltou a Portugal, deixando seu filho D. Pedro como príncipe regente. Partidos Políticos A situação política no Brasil ficou tensa, pois não queriam que o Brasil voltasse a ser uma colônia portuguesa. Surgiram 2 partidos políticos no Brasil: o Partido Português e o Partido Brasileiro. O Partido Português queria a recolonização do Brasil. Era formado por militares, altos funcionários públicos e antigos comerciantes que eram beneficiados pela administração portuguesa. O Partido Brasileiro queria a independência do Brasil. Era formado por fazendeiros, comerciantes que desejavam comerciar com a Inglaterra e a classe média. Mas entre o Partido Brasileiro havia os que queriam um país liberal e os que queriam um país com escravidão. Independência Os latifundiários do Partido Brasileiro queriam a independência, mas temiam que essa fosse feita pelas armas e revolta popular, pois D. Pedro tinha seu exército. É bom salientar que, em todos os processos de independência na América houve luta armada. Por isso aproximaram de D. Pedro, para que ele fizesse a independência sem a participação popular. Em troca, ele não seria retirado do poder e se tornaria imperador do Brasil. Sabendo da situação, D. João VI ordenou a volta de D. Pedro a Portugal. O Partido Brasileiro reagiu e conseguiu 8 mil assinaturas pedindo que D. Pedro ficasse. Esse episódio ficou conhecido como o DIA DO FICO e D. Pedro concordou aceitando a proposta. Tropas foram enviadas de Portugal, mas logo desistiram de rebelar contra o Brasil. Em 1822 D. Pedro anunciou eleições para uma Assembléia Constituinte, que formaria a constituição do Brasil. No mesmo ano ele proclamou a independência e se tornou D. Pedro I. Na realidade foi feito um acordo para essa independência, sendo que o Brasil teve que pagar dois milhões de libras esterlinas como indenização para Portugal e seu filho foi coroado D. Pedro I, o primeiro governante do novo Estado Nacional chamado Brasil, única monarquia das Américas. Curiosidade: o Brasil não tinha dinheiro para pagar essa indenização. A Inglaterra pagou a quantia acordada com Portugal e o Brasil nasce com uma dívida com a Inglaterra. Isso fará o Brasil ter sérios problemas em sua economia devido o imperialismo britânico. Prof. Yuri Almeidaperfume fantasy

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

O arquivo negro: O Brasil nazista

Você conhece a verdadeira história do Brasil? Você sabe quem são os reais ídolos dessa pátria? Ou você apenas sabe do que eles querem que saiba? Talvez a história que leia nos livros da escola e as reportagens que passam na sua TV não mostrem todas as verdades. Brasil Nazista Nos anos 30, o Brasil estava muito ligado à Alemanha, pois esse país era um dos principais compradores de nossos produtos. Os dois eram tão próximos que membros da polícia e do Exército Brasileiro treinaram com a famosa Gestapo (polícia secreta alemã). Porém não foi apenas isso que o Brasil fez com Hitler. Há documentos que revelam a entrega de judeus para os alemães antes da Guerra, além de uma passeata com mais de dois mil nazistas uniformizados em Santa Catarina no ano de 42. Inclusive, depois que alguns arquivos secretos chamados Circulares Secretas foram revelados nos anos 80, foi possível ver que o Brasil estava contra os judeus, tanto que pedia aos diplomatas no exterior a não conceder vistos a eles e a outras minorias. Para nossa sorte, Getúlio Vargas acabou se separando do governo alemão e escolheu os Aliados, graças a fatos econômicos e culturais, caso contrário poderíamos ter ajudado Hitler na Guerra Mundial. Contudo, mesmo depois de ter deixado de lados os pensamentos mistas e a parceria com a Alemanha, o governo brasileiro ainda usou táticas desumanas utilizadas por Hitler e seus aliados. Uma das coisas que fizeram os nazistas serem odiados por todos foram os campos de concentração, mas nosso país também fez a mesma coisa. Durante a Guerra, o Ministério da Justiça manteve mais de 30 campos de concentração espalhados pelo país, onde presos eram obrigados a trabalhar até a exaustão, muitas vezes sem alimentação. Pessoas suspeitas de serem nazistas não podiam receber visitas e eram torturadas. Durante a guerra, mais de cinco mil foram presos nos campos de concentração brasileiros, que só eram diferentes dos nazistas porque não tinham câmara de gás. Esse é mais um capítulo obscuro da história brasileira, que poucos conhecem…